Thursday, November 30, 2006

Os meus votos para hoje

PS- Sim, estou muitoooooooooo mal disposta... mas claro que não é everyone. São todas menos algumas ;).

Monday, November 27, 2006

Mário Cesariny

Em todas as ruas te encontro em todas as ruas te perco conheço tão bem o teu corpo sonhei tanto a tua figura que é de olhos fechados que eu ando a limitar a tua altura e bebo a água e sorvo o ar que te atravessou a cintura tanto tão perto tão real que o meu corpo se transfigura e toca o seu próprio elemento num corpo que já não é seu num rio que desapareceu onde um braço teu me procura Em todas as ruas te encontro em todas as ruas te perco

Sunday, November 26, 2006

...

Sim é para ti! Porque eu sei que tu gostas, e eu também... (Video deles não há...mas o que importa é a música ;))

"Bliss"

"Everything about you is how I wanna be Your freedom comes naturally Everything about you resonates happiness Now I won't settle for less Give me all the peace and joy in your mind Everything about you pains my envying Your soul can't hate anything Everything about you is so easy to love They're watching you from above Give me all the peace and joy in your mind I want the peace and joy in your mind Give me the peace and joy in your mind Everything about you resonates happiness Now I won't settle for less Give me all the peace and joy in your mind I want the peace and joy in your mind Give me the peace and joy in your mind" (PS- Estou a ver o concerto neste momento na TV ;))

This is your leader, OBEY!!!

(\__/) (O.O) ( > < ) This is Lord Bunnymort. He commands you to copy him into your signature so he can take over the world!! Become a bunny minion and you will be greatly rewarded. Photobucket - Video and Image Hosting (Foi ele que mandou, eu já sou uma escrava!!!)

Saturday, November 25, 2006

The professor & la fille danse

Há coisa de dois anos cruzei-me com ele neste filme genial e desde então nunca mais o larguei.

Friday, November 24, 2006

Por cá, continua a chover....

Don't Lie

Voltemos à música! Com eles (que me mantêm sempre - mas sempre - bem disposta :) Sorry, Sorry, Sorry, sorry Hey, baby my nose is getting big I noticed it be growing when I been telling them fibs Now you say your trust's getting weaker Probably coz my lies just started getting deeper

Thursday, November 23, 2006

Ainda Hans Christian Andersen

Virá isto a propósito?

The Little Mermaid ou como uma sereia lixou a sua vida e (até aposto) a de toda a sua família!

Já há uns tempos que pensava sobre esta história. Desde que ouvi a Dirim a queixar-se da violência dos contos (supostamente) infantis do Andersen (e igualmente dos seus pares, que não estou aqui para cascar no pobre do Andersen, que sei não ter tido vida fácil). Ele é a rapariguita dos red shoes que para se ver livre deles tem que amputar - sim, leram bem - os pés (poupo-vos os detalhes). Eles são os irmãos que mentem e são maus como as cobras; mas, a pérola das pérolas - na minha modesta opinião é Ariel, a pequena sereia.

Coitada. Não é só por ter cedido tudo o que tinha em prol de um homem que se casa com outra. Não, isso é o menos. O pior é mesmo a forma como a feiticeira (com quem ela negoceia - é o que dá a quem se mete com feiticeiras) lhe tira a voz... já leram o original? Eu já. Bom, quero dizer, não foi bem o original que esse é em dinamarquês e eu, bom, é como quem diz, dinamarquês é mais o campo da Dirim e não tanto o meu, de modo que li na língua do Shakespeare.

Posso desde já dizer que a Ariel é uma péssima negociante. Sacrifica tudo o que tem por nada. Afinal de contas, ela troca a vida que tinha por duas pernas (espero que ela tenha negociado aquela coisa da celulite e das varizes - na volta foi por isso que o princípe casou com outra). E não é por nada, mas para quem é sereia, não ter uma cauda deve ser um desconforto incrível. Isto para não falar do pormenor de a família e amigos passarem a viver num planeta totalmente inacessível.

Mas a violência do conto não reside no facto de Ariel não perceber nada de negócios e não compreender que não se deve abdicar da vida que se tem por algo que, já estava mais do que visto, não ia resultar. O princípe em questão é emocionalmente instável e um ingrato que demora imenso tempo a reconhecer na sereia a tipa que outrora lhe salvou a vida. Mas, claro, a Ariel demora algum tempo a perceber esses "defeitos" (ou se quiserem características) no indivíduo. A questão é que não contente em se ver livre da cauda, apesar de isso determinar a ruptura com a sua vida anterior, Ariel cede o que considera ser a sua melhor característica: a voz (e sabem como é que a feiticeira - nascida e criada na cabeça do Andersen -, lhe tira a voz?). Ora leiam:

"Stick out your little tongue so I can cut it off in payment”.

I beg your pardon??? Stick out your little tongue so I can cut it off???? Só de pensar na hemorragia fico agoniada.

Para piorar as coisas, só mesmo a resposta que a feiticeira dá a Ariel quando esta lhe pergunta como é que vai conquistar o princípe sem a sua voz.... a esta (pertinente) questão (note-se que estou em crer que apesar de péssima negociante, a Ariel até era capaz de dizer algumas coisas de jeito); dizia eu que, a esta questão, a sagaz feiticeira (profundamente conhecedora das características dos mortais) responde:

“With your lovely figure!"

Ainda estou a recuperar desta. Juro. Como é que é possível que até no underwold esta gente saiba estas coisas????? E a senhora continua a explicar-lhe (qual voz, qual quê rapariga! Achas que o princípe está interessado no que possas ter para dizer?):

"your grace of movement, and your sparkling eyes; with them you can enchant a mortal heart, all right!"

E não pensem que a feiticeira é má como as cobras. não senhora, não é. Porque ela negoceia de uma forma muito honesta, mais: até avisa Ariel que aquela negociata não prima pela inteligência:

“I know what you want,” said the sea witch. "It is very stupid of you to do it. Nonetheless, you shall have your way, for it will bring you misfortune, my lovely princess! You want to get rid of your fishtail, and have two stumps to walk instead, just like mortals, so the young prince can fall in love with you, and you can win him and an immortal soul.”

Ela não foi clara! Podem pensar. Engano. Foi muito objectiva. Porque além de lhe dizer que o seu discernimento já tinha tido melhores dias, até lhe puxa os cordelinhos da memória para que ela se lembre do que irá perder:

“But remember,” said the witch; “once you have been a mortal shape, you can never become a mermaid again. You can never sink down through the water to your sisters and to your father's castle."

Mais... numa manifestação clara de que era uma excelente profissional, até vai mais longe e lhe lembra que ela está num jogo perigoso, que lhe pode custar a vida, pois não bastariam as pernitas para ter a alma imortal, era preciso que o volúvel do princípe se casasse com ela:

"And if you do not win the love of the prince, so that for your sake he forgets his father and mother and never puts you out of his thoughts and lets the priest place your hand in his so you become man and wife, you will not win an immortal soul. The first morning after he is married to another, your heart will break, and you will turn into foam upon the water.”

Mas... como já sabemos, a Ariel era uma rapariga de ideias fixas. Muito fixas, por sinal. De modo que, apesar de receber estes avisos todos por parte da feiticeira, continua a insistir.

“This I want” said the little mermaid and turned deathly pale..

E pronto. O resto já sabem. O princípe casou mesmo com uma princesa (e não com uma ex-sereia com duas pernas). Posto isto, não restaria outra saída para a nossa pequena heroína que não transformar-se em espuma do mar - como lhe havia sido dito pela feiticeira. Mas eis que, no meio da desgraça, surge uma oportunidade vinda directamente das irmãs sereia (por sinal, um pouco mais racionais que Ariel). O acordo era este: espetas esta faca (mais uma vez a feiticeira em acção...) no coração do princípe e volta-te a crescer uma cauda (tipo: esqueces este episódio desagradável, que a gente é que é a tua família e perdoa-te esta pequena paragem cerebral). E adivinhem lá o que fez a ex-sereia? Ariel, de tão boa rapariga que era (como convém nos contos de fadas ou de feiticeiras ou seja lá o que for), nem tão pouco consegue espetar a faca no homem, - porque... enfim... o amor, como sabem, pode ter estes efeitos secundários nas pessoas, que é como quem diz, esquecerem-se de que as suas vidas também são importantes. Prefere transformar-se na espuma das ondas e juntar-se às filhas do ar... Mas não desesperem! A Ariel ainda resta uma esperança! Ela ainda tem (mais) uma oportunidade para ganhar uma alma imortal: praticar boas acções durante... TREZENTOS ANOS. Desculpem??

Wednesday, November 22, 2006

Almost a Butterfly

A quantidade de autographa gamma(s) que está colada à minha janela começa a preocupar-me.

Short Story

They have separated with an arm touch. Gently she stretched her arm upon his shoulder. She didn't run to catch the train. She slowly descended the stairs and tried not to look back. Her heart was left there. He took it with him. Never to return. After so many months, she could look back and understand what she felt. Nothing.

Tuesday, November 21, 2006

Tempo de Antena: 667, o Vizinho da Besta

Vê-lo-ei em ambiente caseiro, uma vez que só está no Porto. Primeira longa-metragem do Condorcet.

Monday, November 20, 2006

Terá vindo de Paris?

Vinha eu no pára- arranca para casa, quando reparo que no carro ao lado a nova moda decorativa automobilistica para espelhos retrovisores e bancos já não são os habituais CDs, santinhos ou papéis aromáticos pendurados, ou o colete reflector a cobrir o banco. Essa moda já era!!! A griffe inovadora que o carro ao lado nos apresentava era mais decorativa que todos os santinhos ou coletes reflectores, pois podiam ver-se penduradas no espelho retrovisor umas cuecas fio dental vermelhas de senhora, e na cabeceira do banco do condutor umas cuecas vermelhas de homem! Pois é meus amigos... Estamos todos démodé!!!

Friday, November 17, 2006

Nascemos a gritar e morremos em silêncio

Vasculhando os arquivos da memória de manhãs domingueiras para encontrar companhia nos espaços brancos do ecrã. Freud e Maquievel fazem-me falta como um vício esquecido. Corria o ano de 2003.

Entre Quatro Paredes

Sem palavras. Reportagem sobre violência doméstica.

Thursday, November 16, 2006

Pára tudo

A Sarah Jessica Parker sabe cantar o Atirei o Pau ao Gato!!!

Monday, November 13, 2006

Hoje é um bom dia. 18 vezes este...

Saturday, November 11, 2006

I want candy

Para ver e rever!!! AMEI!!!

Friday, November 10, 2006

Não gosto de pessoas baças e sem humor. Aprecio a beleza na sua mais profunda dimensão, um equilíbrio de formas físicas e dimensões emocionais. Não gosto de pessoas que se dizem belas e depois são simplesmente foscas. A beleza está ligada à grandeza da alma que se reflecte naquele quê de físico que transforma em te(n)são o contacto entre dois seres. Belo é o David de Miguel Ângelo, o Las Vegas Strip, a Semântica, o Everest, o Cabo da Roca, o Olhar de um Gato, um Beijo apaixonado. É olhar o Mar em todas as estações. É respirar Maresia. É um sorriso rasgado. É comer Morangos em Maio e Romãs no Outono. É sentir-me teu.

Tuesday, November 07, 2006

Desculpe, referendar exactamente o quê?

Os mesmos (pseudo)argumentos, a mesma salganhada. Hoje como ontem, muitos defendem, em jeito de digna alternativa, que é preciso investir na "educação", na prevenção do problema e, portanto, absurdo posicionar a questão na despenalização. Que equivale a não trabalhar efectivamente em questão, mas única e exclusivamente a desviar o centro do debate para a sua periferia. Quantos anos passaram desde a última vez que foram invocadas estas peudo-soluções? Quantos anos passaram desde que todos os responsáveis políticos esqueceram estas reinvindicações no dia que se seguiu ao referendo? Quantos anos de vão de escada? Fingir a inexistência do problema não equivale a desprovê-lo efectivamente de existência, pois não? Isso só ácontece nos corredores da aparência e da manipulação. E nesses corredores, não existem as parteiras de esquina. Não precisam.

Monday, November 06, 2006

Lina, este é o teu nome

A tua pele morena combina com o sorriso ingénuo. Daqueles de quem sempre acreditou. Os teus cabelos negros contrastam - deixa-me ainda lembrar-te no presente - com a cor das paredes onde te conheci. O teu deus nunca foi o mesmo que o meu. Nem precisava. deus algum se intromete nas atribulações domésticas de adolescentes. A permuta de vivências não carece de selo divino. Episódios avulso surgem em turbilhão na minha mente. As pilhas a carregar no calor de um fogão branco perante os olhares perplexos, os míscaros que alimentavam um mundo de paladares. As questões ridículas naquele impresso de folhas intermináveis, com as perguntas mais obscenas, que avaliavam o pedido de auxílio. Deixa-me ser egoísta - por ti, que nunca o foste - e lembrar-me somente de ti. Esquecer o resto. Acreditar no que ouço alguém dizer: "ela sentia-se realizada". Sempre te conheci assim. A dar. A ceder tudo. até a vida. Bondade é o teu nome.

Saturday, November 04, 2006

eles falam dos abortos delas. Do que sentiram e de que forma isso afectou (ou não) as suas vidas - individualmente e em casal. A ler.

Wednesday, November 01, 2006

Eu, utilizador de ténis, mocassins e sapatos de vela, me confesso. Como é que alguém - sabendo que vai passar a noite a queixar-se de dores nos pés e a repetir constantemente que não pode ir por ali que fica presa na calçada; que tem de ir a um sítio onde se possa sentar; que faz com a noite acabe mais cedo porque tem de ir para casa pois já não aguenta - calça uma coisa destas?