PS- Sim, estou muitoooooooooo mal disposta... mas claro que não é everyone. São todas menos algumas ;).
Thursday, November 30, 2006
Os meus votos para hoje
PS- Sim, estou muitoooooooooo mal disposta... mas claro que não é everyone. São todas menos algumas ;).
Monday, November 27, 2006
Mário Cesariny
Sunday, November 26, 2006
...
"Bliss"
This is your leader, OBEY!!!
(Foi ele que mandou, eu já sou uma escrava!!!)
Saturday, November 25, 2006
Friday, November 24, 2006
Don't Lie
Thursday, November 23, 2006
The Little Mermaid ou como uma sereia lixou a sua vida e (até aposto) a de toda a sua família!
Já há uns tempos que pensava sobre esta história. Desde que ouvi a Dirim a queixar-se da violência dos contos (supostamente) infantis do Andersen (e igualmente dos seus pares, que não estou aqui para cascar no pobre do Andersen, que sei não ter tido vida fácil). Ele é a rapariguita dos red shoes que para se ver livre deles tem que amputar - sim, leram bem - os pés (poupo-vos os detalhes). Eles são os irmãos que mentem e são maus como as cobras; mas, a pérola das pérolas - na minha modesta opinião é Ariel, a pequena sereia.
Coitada. Não é só por ter cedido tudo o que tinha em prol de um homem que se casa com outra. Não, isso é o menos. O pior é mesmo a forma como a feiticeira (com quem ela negoceia - é o que dá a quem se mete com feiticeiras) lhe tira a voz... já leram o original? Eu já. Bom, quero dizer, não foi bem o original que esse é em dinamarquês e eu, bom, é como quem diz, dinamarquês é mais o campo da Dirim e não tanto o meu, de modo que li na língua do Shakespeare.
Posso desde já dizer que a Ariel é uma péssima negociante. Sacrifica tudo o que tem por nada. Afinal de contas, ela troca a vida que tinha por duas pernas (espero que ela tenha negociado aquela coisa da celulite e das varizes - na volta foi por isso que o princípe casou com outra). E não é por nada, mas para quem é sereia, não ter uma cauda deve ser um desconforto incrível. Isto para não falar do pormenor de a família e amigos passarem a viver num planeta totalmente inacessível.
Mas a violência do conto não reside no facto de Ariel não perceber nada de negócios e não compreender que não se deve abdicar da vida que se tem por algo que, já estava mais do que visto, não ia resultar. O princípe em questão é emocionalmente instável e um ingrato que demora imenso tempo a reconhecer na sereia a tipa que outrora lhe salvou a vida. Mas, claro, a Ariel demora algum tempo a perceber esses "defeitos" (ou se quiserem características) no indivíduo. A questão é que não contente em se ver livre da cauda, apesar de isso determinar a ruptura com a sua vida anterior, Ariel cede o que considera ser a sua melhor característica: a voz (e sabem como é que a feiticeira - nascida e criada na cabeça do Andersen -, lhe tira a voz?). Ora leiam:
I beg your pardon??? Stick out your little tongue so I can cut it off???? Só de pensar na hemorragia fico agoniada.
Para piorar as coisas, só mesmo a resposta que a feiticeira dá a Ariel quando esta lhe pergunta como é que vai conquistar o princípe sem a sua voz.... a esta (pertinente) questão (note-se que estou em crer que apesar de péssima negociante, a Ariel até era capaz de dizer algumas coisas de jeito); dizia eu que, a esta questão, a sagaz feiticeira (profundamente conhecedora das características dos mortais) responde:
“With your lovely figure!"
Ainda estou a recuperar desta. Juro. Como é que é possível que até no underwold esta gente saiba estas coisas????? E a senhora continua a explicar-lhe (qual voz, qual quê rapariga! Achas que o princípe está interessado no que possas ter para dizer?):
"your grace of movement, and your sparkling eyes; with them you can enchant a mortal heart, all right!"
E não pensem que a feiticeira é má como as cobras. não senhora, não é. Porque ela negoceia de uma forma muito honesta, mais: até avisa Ariel que aquela negociata não prima pela inteligência:
“I know what you want,” said the sea witch. "It is very stupid of you to do it. Nonetheless, you shall have your way, for it will bring you misfortune, my lovely princess! You want to get rid of your fishtail, and have two stumps to walk instead, just like mortals, so the young prince can fall in love with you, and you can win him and an immortal soul.”
Ela não foi clara! Podem pensar. Engano. Foi muito objectiva. Porque além de lhe dizer que o seu discernimento já tinha tido melhores dias, até lhe puxa os cordelinhos da memória para que ela se lembre do que irá perder:
“But remember,” said the witch; “once you have been a mortal shape, you can never become a mermaid again. You can never sink down through the water to your sisters and to your father's castle."
Mais... numa manifestação clara de que era uma excelente profissional, até vai mais longe e lhe lembra que ela está num jogo perigoso, que lhe pode custar a vida, pois não bastariam as pernitas para ter a alma imortal, era preciso que o volúvel do princípe se casasse com ela:
"And if you do not win the love of the prince, so that for your sake he forgets his father and mother and never puts you out of his thoughts and lets the priest place your hand in his so you become man and wife, you will not win an immortal soul. The first morning after he is married to another, your heart will break, and you will turn into foam upon the water.”
Mas... como já sabemos, a Ariel era uma rapariga de ideias fixas. Muito fixas, por sinal. De modo que, apesar de receber estes avisos todos por parte da feiticeira, continua a insistir.
“This I want” said the little mermaid and turned deathly pale..
Wednesday, November 22, 2006
Almost a Butterfly
Short Story
Tuesday, November 21, 2006
Tempo de Antena: 667, o Vizinho da Besta
Monday, November 20, 2006
Terá vindo de Paris?
Friday, November 17, 2006
Nascemos a gritar e morremos em silêncio
Thursday, November 16, 2006
Monday, November 13, 2006
Saturday, November 11, 2006
Friday, November 10, 2006
Tuesday, November 07, 2006
Desculpe, referendar exactamente o quê?
Monday, November 06, 2006
Lina, este é o teu nome
Saturday, November 04, 2006
Wednesday, November 01, 2006


