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Eu, Menina da Avó me confesso, e não posso deixar de homenagear os meninos e as meninas que, nas primeiras e terceiras quartas- feiras de cada mês, se encontram para acontecer poesia. Deixo aqui o testemunho de alguém que por lá passou, esperando que sejam sempre mais e mais @s que por lá passam e não esquecem.
O primeiro aniversário de "
Os Meninos da Avó" ocorre dia 21. Há que salientar o espirito de tertúlia e de amor pela palavra dita/escrita que move esse conjunto de resistentes irresistíveis nas noites longas da Casa da Avó, espaço assombrado pelos fantasmas do betão e onde os duendes da magia do poetar plantam suas flores silvestres nessas noites de Klingsor. A invasão da palavra é boa para os peitos cheios de ar(te) dos analfabetos da Alma, neste spleen de emoção e partilha. Continuem pois e tragam os bisnetos e muitos mais. Nós, alagamarenses iniciáticos também somos netos dessa Avó que em poemas se desdobra e no antever das almas alimenta sonhos e noites e dramas e estados de alma de muitos nós. Saravá pois para vós-que também são Nós-Meninos da Avó.
Fernando Morais Gomes
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